domingo, 14 de agosto de 2011


TEUS OLHOS, DA COR DAS SEARAS

Brandas flores, que nos jardins, se
engalanam de pedras preciosas,
colho-as com todo o respeito
e admiração, que nos teus cabelos vou pôr.

De organdi vestes o teu belo ser,
caminhando descalça, para as mil fontes,
onde vais buscar a água mais pura,
como estes versos, que te escrevo.

Cintura apertada, realça o teu decote,
e formosos são teus passos, por sobre a erva,
onde eu me acosto, em galanteio-os,
minha linda e bela, menina e moça.

E vejo-te corar, ante as minhas palavras,
e um sorriso nervoso me deitas,
que eu de ti sou cativo, ó deusa celeste,
que dos campos agrestes desceste um dia,

Para conquistar meu coração apaixonado:
quando, pela rua, passeavas tua graça,
em corpo magistral e por demais esbelto,
como num rio sereno, à tua passagem!

E teus olhos, da cor das searas mais ricas,
me perdem em sonhos de encantar,
quanto te vejo pla manhã, com rasgos de sol,
lustrando o teu rosto, branco como a lua.

Jorge Humberto
13/08/11

Um comentário:

  1. E vejo-te corar, ante as minhas palavras,
    e um sorriso nervoso me deitas,
    que eu de ti sou cativo, ó deusa celeste,
    que dos campos agrestes desceste um dia,



    Nada como ser cautivo del amor querido ahijado ,hermoso poema,hermoso paisaje y vuestro amor que nunca muere
    Besitos

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