quinta-feira, 28 de janeiro de 2010


A JANELA DA VIDA


Da janela aberta pr’o mundo,
Lá onde as cores
São as mais belas e luzidias,
Onde há sabores
A fruta fresca e romarias,
Todos os dias são dias de festa:

Correm-se as portas de par em par,
Postas as mesas a circular.

E ao de redor das casas,
Gentes e chalaças,
Bambinela à janela
E foguetes p’lo ar.

Da janela aberta pr’a vida,
Corrida de mão em mão,
Sempre tem a justa repartida,
Por uma e a mesma condição.


Jorge Humberto
(04/04/2004)

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