
A ORIENTE NADA DE NOVO
Do mar, ao largo,
nem temor nem louvor,
nem bravura nem aceitação,
e se às ondas agigantei-me
e sucumbi, pelo excesso
ou pelo perdão,
ou ainda, perante elas,
alguém
houve que se detesse,
certamente que, às águas,
não importou,
o que foi e o que ficou por ser,
assim também como nascem,
para logo morrer,
são as ondas deste nosso mar,
em seu perpétuo e renovado
nascer.
Jorge Humberto
(18/06/2004)
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