quinta-feira, 1 de abril de 2010


MINHA POESIA VAI DE RUA EM RUA



Minha poesia é a voz dos que
não têm grito
que vive aflito
com as contradições do dia-a-dia.

Minha poesia anda por ruas e
ruelas
à espera delas
as prostitutas do templo sagrado.

Minha poesia é feita de sangue
e de nervos
caminho de trevos
que vai daqui para acolá.

Minha poesia é dos anarquistas
e dos pobres
que com gestos nobres
validam minha letra.

Minha poesia assim liberta
vive
e revive
a palavra: a luta continua.

Jorge Humberto
31/03/10

Um comentário:

  1. Sua poesia me lembrou os concertos beneficentes de Pavaroti "Lirismo para todos" em praças e estádios. Muito bom isso, assim todos teem oportunidades iguais de apreciar e se encantar com a essência lírica que emana do coração do poeta. Parabéns Jorge pelas poesias e organizaçao do seu blog. Beijo!!!

    ResponderExcluir