segunda-feira, 31 de janeiro de 2011


DÊEM-ME ROSAS BRANCAS

Ah, dêem-me Rosas!
Rosas brancas, a haver.
Daquelas Rosas,
onde outro não tenha ver.

E quero Rosas brancas,
se não as houver.
Quero tantas mas tantas,
venham elas, donde vier.

Quero banhar-me nelas,
contigo a meu lado.
Quanto mais forem elas,
menos pesado o meu fado.

Mas, ah, eu só quero Rosas
brancas! Assim como a neve.
Em que o tempo são prosas,
e à Natureza, nada se deve.

Jorge Humberto
29/01/11

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