quarta-feira, 30 de março de 2011


A ALDEIA QUE ME VIU NASCER


Numa aldeia, por detrás da serra,
foi que eu nasci e vida comunguei.
Essa que seria para sempre a terra,
aonde cresci, chorei, ri e namorei.

Não à aldeia mais linda ao redor,
com seus jardins e ruas asseadas,
e se dizem o contrário é mal maior,
não conhecem as gentes ajuizadas,

que esta aldeia, da serra, viu nascer.
E já adultos, humildes, trabalharem,
em prol da mesma, até o sol fenecer,

por sobre a terra cultivada, dedicada
aos deuses das searas, que a rezarem,
bons ventos colheram, gente cuidada.

Jorge Humberto
28/03/11

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