segunda-feira, 14 de novembro de 2011


DOS AMIGOS O AMOR, QUE EM MIM NUNCA ESQUECEU

Dos meus amigos, o aprendizado, que me fica,
por sua generosidade e humildade,
que, em gestos altruístas, comportam
todo este meu ser, ávido de amor e de amizade.

Eis, senão, que eu sou apenas, o cúmplice reflexo,
daqueles que me rodeiam, e encarecem;
janela totalmente aberta, àquilo que hoje
eu sou, na modéstia, que me foi deveras ensinada.

Nos escombros, de minha vivência, onde um dia me
perdi, foram dos amigos e da mulher
que eu amo, as mãos, que se me estenderam,
narrando-me novos caminhos, que desde então percorri.

Não trouxe inimizade nem estigmas, da cidade escura.
O sofrimento ficou comigo, e não me
manietou, ao que sempre foi a minha personalidade;
esse amor, que me regia, mesmo na dor, que me sofria.

E quando o distinto sol, se embrenhou nas minhas retinas,
e o desassossego, trouxe-me ao descanso,
livre, pude enfim desbravar, toda a minha verdade:
doar-me, sem algozes, a quem meu amor, sempre apreendeu.

Jorge Humberto
10/11/11

Um comentário:

  1. Mi querido ahijado vuelvo despues de una depresión que me ronda,pero no quiero que pienses que te olvido ,leo cada día los poemas que me llegan entre tú y Nan .
    Te quiero mucho y siempre puedes contar conmigo
    Un abrazo muy grande
    Noe

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