quinta-feira, 22 de dezembro de 2011


A ALEGRIA DE NOS LIBERTARMOS



Quem dera a palavra certeira

e que fosse nos outros

o eco mais ansiado e duradoiro

para com suas dores e solidão.



E que meus versos fossem quais

asas de mil pássaros

para com os indecisos desta vida

que ainda não se libertaram



de recriminações e auto piedade.

E eu fosse só o sublime

jardim enfeitado de cores tantas

trazendo em minhas mãos



o sorriso das pétalas dadas ao sol.

E daí partissem indómitos

enfrentando os caminhos por mais

árduos que se mostrassem.



Como um rio perene cheio de força

seriam os seus dias

conscientes de seu valor humano

e de sua importância no mundo.



Jorge Humberto

18/12/11

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