domingo, 11 de dezembro de 2011


ESTE AMOR QUE NÃO ESQUECE





A beleza, de teu rosto, me enternece…

me descubro, a cada traço teu:

como algo, que aos olhos, nunca esquece,

deste amor, que também é meu.



Nele me perco… para logo me achar…

entre silêncios e muito carinho…

e então, sou como um imensíssimo mar,

achando, na lonjura, seu caminho.



São minhas mãos, o toque a desvendar…

umas às outras, em sã harmonia…

e é tudo nosso, o que soubermos guardar,

no nosso coração, como na alegria.



Ah, musa e mulher amada, de ti sou cativo…

que não me negues o encantamento…

de, pela manhãzinha, ver-te em porte altivo…

em plena magia e deslumbramento.



E assim, um no outro, seremos esplendor…

eterno fascínio, a se perpetuar…

sangue… carne… devoção e muito amor,

que nos azuis do céu… irá reinar.



Jorge Humberto

07/12/11

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