quinta-feira, 22 de dezembro de 2011


ESTE POVO QUE A SI SE PERMITE



Temo, que meus gritos lancinantes,

mais uma vez não sejam ouvidos,

pelo despotismo dos governantes,

que a voz não escutam, dos ofendidos.



Esses que vão na vida acreditando,

que a liberdade e equidade prevalece,

sem guerras, fome nem mando…

mas é lutando, que o povo se enobrece.



De sangue, carne e nervos, os versos

que sempre deixo, em prol do meu povo;

todo ele igual mas também diverso,

na procura constante, de um mundo novo.



Assim escrevo; de mim mesmo me atrevo;

ser no povo, o que não cala ou omite;

dessa voz perene, que é todo o enlevo,

de quem, ante as agruras, a si se permite.



Jorge Humberto

16/12/11

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