
AOS MENINOS TRISTES
Menino triste, de calção roto
E de chinelo no pé,
Já vais p’rá guerra,
E nem sabes tu o que é.
Põem-te uma arma na mão,
Sonegam-te os livros
E da criança sua condição,
Mas o que tu não sabes,
É que também para eles,
Que como tu foram oferecidos,
Pelo fundamentalismo tribal,
É normal,
Serem esses tristes meninos,
Sempre sozinhos, de arma
Na mão e sua condição,
Sem prendinhas
Em chegando o Natal.
Jorge Humberto
Portugal
(16/09/2003)
Oi... Eu li todas as suas poesias e amei o que encontrei aqui,ACREDITO que ainda há pessoas sensiveis neste planeta de Meu Deus. A sua maneira de expressar, a suavidade das palavras e a transição dos versos, tudo em perfeita ordem e harmonia.
ResponderExcluirQue Jeová Deus conserve em vc esse dom maravilhoso.
Tbm escrevo, mas em prosa, depois vc poderia dar um aolha da na minha página e me fazer uma crítica:
www.minhajanelaparticular.blogspot.com
Att.
Douglas Rodriguez