
POEMA EM LINHA
Urdo versos como quem tece
filigranas.
Levanto meu punho ao ar em
favor dos injustiçados.
Choro se vejo uma criança sofrer
na sua macia infância.
Rio-me de mim próprio nos espelhos
da vaidade.
Sou este e o outro e as demais
pessoas.
A liberdade é aquilo porque luto
em cada estrofe minha.
Colho dos amigos o fruto generoso
e altruísta.
Dou sem esperar nada em troca
basta-me um sorriso.
O passado ficou lá atrás e vivo o
presente como quem respira.
Não tenho saudades nem recordações
vivo no agora.
Amo as coisas até que doa e fique
gravado na memória.
Sou o verso do meu reverso que
conservo em silêncio.
As flores e os animais também são os
meus olhos limpos de impurezas.
Tenho de minha senhora amada
a genuidade de seu amor.
E assim vou na vida esperando o
meu voo.
Jorge Humberto
22/10/10
Olá, Amigo Jorge Humberto!
ResponderExcluirLindo teu "Poema em Linha"!
Aliás, ele é um reforço de lirismo e beleza neste teu recanto cultural marcado pela competência e bom gosto.
Meus Parabéns!
Um abraço fraterno!
Ógui L. Mauri
Jorge Humberto,
ResponderExcluirCá estou, em visita ao seu espaço virtual,
onde a sensibilidade do poeta, está expressa, em cada linha de seus poemas.
Difícil. escolher um especificamente, visto que todos, tem caracteristica e beleza, impar.
Parabéns, meu amigo, pelo dom com que, foste agraciado. Meu agradecimento a Simone pelo convite.
Teu blog, está lindo!
Abs...Nadir
Oi Jorge, já faz um tempinho que não recebo nada seu, e hoje pra minha alegria, recebi através da querida Simone, o convite para visitar sua págian, e aqui estou feliz da vioda desejando tudo de melhor para você!
ResponderExcluirVocê é um grande poeta e teu poema é simplesmente lindo!
Beijossssssssssssssssss
Nádya Haua